Vanessa Lopes revela ter contraído IST aos 17 anos e alerta sobre saúde sexual: ‘Me senti livre após falar’

O relato de Vanessa Lopes no “POD DELAS”

A influenciadora Vanessa Lopes abriu o jogo sobre um episódio difícil de sua adolescência. Aos 17 anos, ela contraiu uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) de um namorado da época, o que a levou a precisar de internação hospitalar. A revelação foi feita durante sua participação no podcast “POD DELAS”, que foi ao ar na última quinta-feira (12).

Medo e coragem para alertar outras jovens

Vanessa confessou o receio em compartilhar um assunto tão delicado, mas ressaltou a necessidade de falar publicamente para ajudar outras garotas a cuidarem de sua saúde sexual. “Eu realmente tinha muito medo de contar para as pessoas, porque é um assunto muito delicado, mas também já estava cansada de guardar esse tipo de coisa. Eu sabia que poderia dar uma luz para outras meninas”, desabafou. Ela descreveu o momento como “muito, muito difícil”, mas que após expor a situação, sentiu-se livre.

A transmissão e as complicações de saúde

A influenciadora explicou que seu então namorado havia contraído a IST de uma relação anterior e a transmitiu para ela. “Tive relações com um namorado e ele acabou pegando uma doença com uma pessoa antes de me namorar. Quando ele passou para mim, tive complicações e precisei ser internada”, relatou, sem especificar qual IST contraiu.

A importância do diagnóstico e do apoio familiar

Vanessa Lopes enfatizou a importância de ter procurado ajuda médica rapidamente. “Se eu não tivesse descoberto ou buscado ajuda, teria sido muito pior. Esse tempo em que fiquei internada ajudou a evitar algo que teria sido horrível para mim”, disse. Ela também destacou o papel fundamental do apoio de sua família durante todo o processo, que tornou a experiência mais fácil de ser superada.

Prevenção contra ISTs: um alerta contínuo

O caso de Vanessa Lopes reforça a importância da prevenção contra Infecções Sexualmente Transmissíveis. Entre as ISTs mais comuns estão clamídia, hepatite, HPV, herpes, sífilis e HIV. Muitas delas podem ser assintomáticas, tornando essencial a realização de exames preventivos regulares. O uso correto e consistente de preservativos em todas as relações sexuais (vaginal, anal e oral) continua sendo a forma mais eficaz de proteção.

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